Frota de 2,7 mil equipamentos atende 11 regiões do DF; uso exige cadastro em aplicativo, respeito às regras de trânsito e atenção ao estacio...
Frota de 2,7 mil equipamentos atende 11 regiões do DF; uso exige cadastro em aplicativo, respeito às regras de trânsito e atenção ao estacionamento
Por Matheus Salomão - Redação Tribuna do Brasil
Com a expansão dos patinetes elétricos compartilhados, ir ao trabalho, à faculdade ou resolver tarefas do dia a dia ficou mais rápido e prático em diversas áreas de Brasília. O serviço, já consolidado como alternativa de mobilidade urbana, está disponível em 11 regiões do Distrito Federal e conta com uma frota de cerca de 2,7 mil veículos, distribuídos em pontos estratégicos.
Os equipamentos podem ser encontrados no Plano Piloto, Parque da Cidade, Sudoeste, Cruzeiro, Guará, Águas Claras, Taguatinga Sul, Park Way, Candangolândia, Núcleo Bandeirante e Gama, ampliando as opções de deslocamento de curta e média distância.
Como usar os patinetes elétricos compartilhados
Para utilizar os patinetes, o usuário precisa:
- fazer cadastro no aplicativo da empresa responsável pelo serviço;
- seguir as orientações de uso disponíveis na plataforma;
- aceitar os termos de serviço, que incluem regras de segurança e responsabilidade.
Depois de registrado:
- o usuário localiza o patinete disponível pelo mapa do aplicativo;
- desbloqueia o equipamento com o QR Code ou comando no app;
- realiza o percurso desejado e encerra a viagem conforme instruções da empresa.
Durante o uso, é obrigatório respeitar:
- as normas de trânsito;
- as regras específicas para circulação de patinetes elétricos, como velocidade máxima e áreas permitidas.
Entre as exigências regulatórias para as empresas estão:
- oferta de seguro aos usuários;
- disponibilização de equipamentos certificados e em boas condições de uso;
- realização de campanhas educativas sobre segurança e uso correto dos patinetes.
Esses requisitos buscam reduzir acidentes, garantir a integridade dos usuários e promover o uso responsável do modal.
Estacionamento: onde deixar o patinete ao fim da viagem
Um dos pontos mais importantes para o bom funcionamento do sistema é o estacionamento adequado dos patinetes.
Ao encerrar o trajeto, o usuário deve deixar o equipamento em locais permitidos, evitando:
- bloquear calçadas;
- obstruir rampas de acessibilidade;
- ocupar a faixa livre destinada à circulação de pedestres.
O objetivo é garantir:
- acessibilidade para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida;
- livre circulação de quem caminha pelas vias;
- organização dos espaços públicos, sem obstáculos indevidos.
Em muitos pontos, há áreas demarcadas ou estações específicas para acomodar os patinetes, o que facilita o controle e a reposição pelo operador.
Operação regulamentada e empresas credenciadas
Atualmente, a empresa JET é responsável pela prestação do serviço de patinetes elétricos compartilhados no DF. O credenciamento ocorreu após chamamento público, processo que também habilitou a empresa Whoosh BR.
A segunda credenciada, contudo, ainda não iniciou as atividades, mantendo a JET como principal operadora do sistema.
As empresas autorizadas devem:
- pagar taxa pela utilização das áreas públicas onde são instaladas as estações de patinetes;
- seguir as normas estabelecidas pela Secretaria de Transporte e Mobilidade e demais órgãos reguladores;
- cumprir obrigações contratuais ligadas à segurança, manutenção e educação no trânsito.
Com operação estruturada e regras claras, o serviço de patinetes elétricos compartilhados reforça a aposta do Distrito Federal em novos modais de mobilidade, integrando tecnologia, sustentabilidade e uso inteligente dos espaços urbanos.
TAGS: PATINETES ELÉTRICOS, SERVIÇO COMPARTILHADO, MOBILIDADE URBANA, JET, WHOOSH BR, PLANO PILOTO, PARQUE DA CIDADE, SUDOESTE, ÁGUAS CLARAS, TAGUATINGA SUL, TRANSPORTE INDIVIDUAL, DISTRITO FEDERAL
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