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GDF investe R$ 4,9 milhões para reforçar proteção ambiental e segurança em parques ecológicos do Distrito Federal

Obras de cercamento contemplam seis unidades de conservação e visam combater invasões, vandalismo e descarte irregular de resíduos Por Ander...

Obras de cercamento contemplam seis unidades de conservação e visam combater invasões, vandalismo e descarte irregular de resíduos

Por Anderson Miranda - Redação Tribuna do Brasil

O Governo do Distrito Federal (GDF) ampliou os investimentos na preservação ambiental e na segurança dos espaços públicos com a implantação de novas estruturas de cercamento em unidades de conservação administradas pelo Instituto Brasília Ambiental. A iniciativa recebeu aporte de aproximadamente R$ 4,9 milhões e contempla seis parques ecológicos e uma área de relevante interesse ecológico em diferentes regiões da capital.

© Imagem Exclusiva Tribuna do Brasil | Edição: Matheus Salomão

O objetivo das intervenções é fortalecer a proteção dos espaços naturais, melhorar o controle de acesso e reduzir ocorrências como invasões, depredação, furtos, descarte irregular de lixo e outras práticas que comprometem a conservação ambiental.

Parques recebem novas estruturas de proteção

As obras foram executadas nos parques ecológicos do Gama, Lago Norte, Veredinha, Asa Sul e Saburo Onoyama, além da Área de Relevante Interesse Ecológico (Arie) do Bosque.

Segundo o presidente do Instituto Brasília Ambiental, Gutemberg Gomes, o cercamento faz parte de uma estratégia mais ampla de preservação das unidades de conservação existentes no Distrito Federal.

Atualmente, o órgão é responsável pela gestão de 84 áreas protegidas, entre elas 34 parques ecológicos distribuídos em diversas regiões administrativas.

“Estamos realizando esse trabalho em diferentes regiões do Distrito Federal para reforçar a preservação desses espaços e também a segurança da população que utiliza os parques”, destacou o gestor.

Estruturas seguem critérios ambientais e urbanísticos

Os modelos adotados variam conforme as características de cada unidade de conservação. Entre as soluções utilizadas estão cercas convencionais, gradis metálicos, alambrados e mourões com arame.

De acordo com o Brasília Ambiental, todos os projetos seguem critérios técnicos, urbanísticos, arquitetônicos e ambientais para garantir a integração visual dos parques com o entorno e minimizar impactos à fauna local.

Em determinadas áreas, o cercamento também contribui para evitar que animais silvestres se aproximem de vias movimentadas e locais considerados de risco.

Além das unidades já contempladas, os parques Boca da Mata e Recanto das Emas também estão em processo de implantação de novas estruturas de proteção.

Maior durabilidade e redução de custos com manutenção

Entre os benefícios apontados pelo governo estão a maior resistência às ações de vandalismo e tentativas de furto, além da redução dos custos de manutenção ao longo dos anos.

As estruturas em gradil possuem vida útil estimada em cerca de duas décadas. Já os sistemas de alambrado e mourões apresentam durabilidade média entre dez e quinze anos, dependendo das condições ambientais e do nível de conservação.

As obras são executadas por meio de contratos conduzidos pela Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap) e pelo Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF), com empresas selecionadas por processos licitatórios.

Cercamento contribui para reforço da segurança pública

Além dos ganhos ambientais, a iniciativa também traz reflexos positivos para a segurança pública.

Segundo a porta-voz da Polícia Militar do Distrito Federal, major Talita Soares, a delimitação física das áreas facilita o trabalho de monitoramento e patrulhamento preventivo realizado pelas forças de segurança.

De acordo com a oficial, a definição mais clara dos acessos permite ampliar a vigilância, coibir práticas ilícitas e melhorar o controle em espaços extensos e de grande circulação de pessoas.

Frequentadores aprovam melhorias

Usuários dos parques também destacam os benefícios da medida.

Frequentador assíduo do Parque Ecológico Asa Sul, o engenheiro florestal Ariel de Andrade acredita que o cercamento ajudará tanto na preservação ambiental quanto na proteção dos visitantes.

Segundo ele, a nova estrutura reduz riscos de vandalismo, aumenta a sensação de segurança e pode evitar acidentes envolvendo animais domésticos próximos às vias de circulação.

A aposentada Lenilda Santiago Soares, moradora da Vila Telebrasília, compartilha da mesma avaliação. Para ela, a implantação das cercas proporciona mais tranquilidade para quem utiliza diariamente os espaços públicos da região.

Preservação ambiental ganha reforço permanente

Com a ampliação dos cercamentos, o Governo do Distrito Federal busca fortalecer a política de conservação ambiental e garantir melhores condições de uso para a população.

A expectativa é que as novas estruturas contribuam para preservar áreas verdes estratégicas da capital, proteger a biodiversidade local e oferecer ambientes mais seguros para atividades esportivas, lazer e convivência comunitária.

TAGS: GDF, BRASÍLIA AMBIENTAL, PARQUES ECOLÓGICOS, DISTRITO FEDERAL, MEIO AMBIENTE, PRESERVAÇÃO AMBIENTAL, SEGURANÇA PÚBLICA, TERRACAP, DER DF, PARQUE ECOLÓGICO ASA SUL, LAGO NORTE, GAMA, UNIDADES DE CONSERVAÇÃO, ÁREAS VERDES, INVESTIMENTO PÚBLICO

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