Equipamentos serão usados em visitas domiciliares e na localização de focos do Aedes aegypti; iniciativa integra estratégia de transformação...
Equipamentos serão usados em visitas domiciliares e na localização de focos do Aedes aegypti; iniciativa integra estratégia de transformação digital do GDF
Por Anderson Miranda - Redação Tribuna do Brasil
Mais de 680 tablets vão reforçar o trabalho dos agentes de Vigilância Ambiental em Saúde (Avas) da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF). A Diretoria de Vigilância Ambiental em Saúde (Dival) começou a distribuir a primeira remessa, com 170 aparelhos, para equipes de Ceilândia e do Núcleo Bandeirante, como parte da estratégia de digitalização das ações de campo e de combate à dengue.
Tablets levam registro em tempo real para a rotina dos agentes
Os novos equipamentos serão utilizados principalmente para:
- Registro em tempo real das visitas domiciliares realizadas pelos agentes;
- Georreferenciamento e localização precisa de possíveis focos do mosquito Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya;
- Integração direta com sistemas de informação da Secretaria de Saúde, permitindo atualização rápida de dados e melhor análise dos territórios.
Os tablets também vão complementar o uso de drones pela SES-DF, que já realizam o mapeamento aéreo de áreas críticas. Os focos identificados nessas imagens poderão ser localizados com precisão pelas equipes em campo, a partir das informações carregadas nos dispositivos.
“Os tablets representam a nossa entrada no mundo digital”, resumiu o diretor da Dival, Edvar Schubach, ao destacar o salto de qualidade na coleta e no uso de informações estratégicas para a vigilância ambiental.
Capacitação e integração com sistema ambiental do DF
A entrega dos equipamentos vem acompanhada de orientações básicas sobre manuseio e funcionalidades. Nesta terça-feira (10), os agentes participam de um treinamento conjunto com a Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF) sobre o sistema de informações ambientais do Distrito Federal, etapa considerada essencial para:
- Padronizar o uso dos tablets;
- Garantir o correto registro dos dados de campo;
- Integrar informações de saúde e meio ambiente em uma mesma base.
A expectativa é de que, com a familiarização dos profissionais, a tecnologia passe a fazer parte da rotina diária das equipes, reduzindo retrabalho e agilizando respostas em situações de risco.
Transformação digital na Atenção Primária à Saúde
A digitalização da Vigilância Ambiental integra uma política mais ampla do Governo do Distrito Federal (GDF) voltada à transformação digital da Atenção Primária à Saúde (APS).
Segundo a SES-DF, mais de 1,6 mil tablets já estão em uso por:
- Agentes comunitários de saúde (ACS);
- Equipes do Consultório na Rua (eCR);
- Outros profissionais que atuam em ações externas, fora das unidades de saúde.
Com os novos aparelhos destinados aos Avas, o GDF amplia a rede de profissionais conectados em tempo real aos sistemas de informação, fortalecendo:
- O monitoramento de agravos e doenças;
- A coordenação do cuidado nos territórios;
- A integração entre vigilância, atenção básica e outras áreas da saúde.
“Na prática, isso se traduz em mais tempo para o cuidado direto à população e maior qualidade da informação para gestão em saúde”, destacou o secretário de Saúde do DF, Juracy Lacerda, ao reforçar que a tecnologia é uma ferramenta para qualificar, e não substituir, o trabalho humano nas comunidades.
*Com informações da Secretaria de Saúde

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