Unidade do Distrito Federal é reconhecida nacionalmente pela excelência em cuidados paliativos e surpreende familiares com atendimento human...
Unidade do Distrito Federal é reconhecida nacionalmente pela excelência em cuidados paliativos e surpreende familiares com atendimento humanizado que supera experiências da rede privada
Por Anderson Miranda - Redação Tribuna do Brasil
Em um cenário onde a saúde pública frequentemente enfrenta críticas, o Hospital de Apoio de Brasília (HAB) vem silenciosamente consolidando uma reputação baseada em algo cada vez mais raro e precioso: humanidade.
Mais do que uma unidade hospitalar, o Hospital de Apoio tornou-se referência nacional em cuidados paliativos, oferecendo um modelo de atendimento que ultrapassa protocolos médicos tradicionais e coloca o ser humano, sua dignidade e seu sofrimento no centro absoluto do cuidado.
Foto: Acácio Pinheiro / Agência BrasíliaReconhecido em todo o país pela excelência nesse tipo de assistência, o hospital recebe pacientes encaminhados de diversas regiões do Brasil, tornando-se uma das mais importantes referências nacionais em medicina paliativista e atendimento humanizado.
Foi exatamente essa experiência que viveu a família do paciente JJM, pai do jornalista Anderson Miranda — CEO do Grupo M4 Comunicação e diretor do jornal Tribuna do Brasil — durante os sete dias em que esteve internado na unidade após transferência da UPA de Vicente Pires.
O que deveria ser apenas mais uma difícil jornada hospitalar transformou-se em uma experiência profundamente humana, acolhedora e inesquecível.
Referência nacional em cuidados paliativos e atendimento humanizado
O Hospital de Apoio de Brasília é reconhecido nacionalmente pelo trabalho desenvolvido na área de cuidados paliativos, filosofia médica especializada no acompanhamento de pacientes com doenças graves, progressivas ou em estágio avançado.
A unidade tornou-se referência no Brasil por unir:
excelência técnica;
assistência multidisciplinar;
acolhimento emocional;
controle da dor;
suporte às famílias;
humanização integral do atendimento.
Pacientes de diversos estados brasileiros são encaminhados ao hospital justamente pela expertise da equipe e pelo modelo humanizado adotado pela unidade.
Especialistas da área médica destacam o Hospital de Apoio como uma das principais instituições públicas brasileiras voltadas ao cuidado paliativo de alta complexidade.
Cuidados paliativos: muito além da medicina tradicional
Diferentemente de hospitais convencionais focados exclusivamente na cura, os cuidados paliativos trabalham com uma abordagem integral da vida humana.
O objetivo é:
aliviar sofrimento físico;
reduzir dor;
preservar dignidade;
garantir conforto emocional;
apoiar pacientes e familiares durante todo o processo clínico.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece os cuidados paliativos como parte essencial da assistência moderna à saúde.

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No Hospital de Apoio de Brasília, essa filosofia é aplicada diariamente de forma extremamente sensível e humanizada.
Ali, cada paciente é tratado não apenas como um quadro clínico, mas como uma história de vida completa.
Dra. Izabella Caroline: o anjo que acolheu uma família inteira
Quem recebeu e acompanhou a família Miranda durante toda a internação foi a Dra. Izabella Caroline Gebrim Rodrigues.
Descrita emocionadamente como “um anjo enviado por Deus”, a médica se tornou símbolo do acolhimento, da empatia e da humanidade vividos pela família durante os dias mais difíceis de suas vidas.
Durante os sete dias de internação, Dra. Izabella acompanhou cada detalhe da evolução clínica do paciente, oferecendo não apenas suporte médico, mas apoio emocional contínuo.
“Jamais esqueceremos o que essa médica fez por nós. Ela não cuidou apenas do meu pai. Ela acolheu nossa família inteira com amor, humanidade, paciência e dignidade”, relata Anderson Miranda.
Equipes multidisciplinares discutem diariamente cada paciente
Um dos grandes diferenciais do Hospital de Apoio de Brasília está na atuação conjunta de equipes multidisciplinares.
Diariamente, médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, psicólogos, assistentes sociais e demais profissionais realizam reuniões clínicas para analisar individualmente cada caso.
O objetivo é oferecer:
melhor controle clínico;
conforto físico e emocional;
estabilidade do paciente;
qualidade de vida;
acolhimento aos familiares.
Segundo relatos da família, o comprometimento da equipe impressiona até mesmo quando comparado a hospitais privados de alto padrão.
“Foi um atendimento que supera muitos hospitais particulares. Uma experiência única, marcada pelo amor, pelo respeito e pela verdadeira missão de cuidar do próximo”, afirma Anderson Miranda.
O difícil equilíbrio entre ciência, cuidado e despedida
Profissionais paliativistas convivem diariamente com situações extremamente delicadas.
Além da luta permanente pela preservação da vida, existe também a missão de tornar o processo natural da despedida menos doloroso, mais sereno e profundamente digno.
No caso de JJM, as comorbidades associadas ao Alzheimer avançado, demência, pneumonia severa e sepse tornavam o quadro extremamente complexo.
Ainda assim, segundo a família, jamais faltaram dedicação, esperança e cuidado absoluto.
“No Hospital de Apoio entendemos algo muito profundo: existem momentos em que a medicina luta pela vida, mas também existem momentos em que a maior demonstração de amor é aliviar o sofrimento e permitir que tudo aconteça com paz, respeito e dignidade”, relata emocionado Anderson Miranda.
Humanização impressiona familiares e pacientes
Outro aspecto constantemente destacado pelos familiares é o comportamento da equipe de enfermagem e dos profissionais de apoio da unidade.
Desde recepcionistas até enfermeiros, técnicos, copeiros e colaboradores administrativos, todos demonstraram elevado nível de empatia e acolhimento humano.
Segundo relatos, o ambiente hospitalar transmite serenidade mesmo diante da dor.
“Não encontramos frieza hospitalar. Encontramos pessoas que verdadeiramente entendem o sofrimento humano e tratam cada paciente como se fosse alguém da própria família”, afirma Anderson Miranda.
Hospital recebe pacientes de todo o Brasil
A excelência do Hospital de Apoio de Brasília fez da unidade uma referência nacional em cuidados paliativos.
Pacientes encaminhados de diferentes estados brasileiros chegam ao hospital em busca de:
tratamento humanizado;
controle da dor;
assistência paliativa especializada;
suporte multidisciplinar;
acolhimento clínico e emocional.

Nos últimos três anos, o HAB recebeu o prêmio de Melhor Unidade de Referência Distrital da rede pública de saúde | Fotos: Sandro Araújo/HAB
Especialistas apontam que o envelhecimento populacional e o aumento de doenças crônicas tornam os cuidados paliativos uma das áreas mais importantes da medicina moderna.
Saúde pública também pode ser sinônimo de excelência
A experiência vivida pela família Miranda reforça uma realidade muitas vezes pouco divulgada: existem profissionais extraordinários dentro da saúde pública brasileira.
Homens e mulheres que diariamente enfrentam sofrimento, despedidas e limitações estruturais, mas que continuam exercendo a medicina e o cuidado como verdadeira missão de vida.
“Meu pai partiu no dia 31 de março de 2026. A dor da perda jamais desaparecerá. Mas levo comigo a eterna gratidão por cada profissional do Hospital de Apoio de Brasília que tornou aqueles últimos dias menos dolorosos, mais humanos e profundamente dignos”, declara Anderson Miranda.
Um patrimônio da saúde pública brasileira
Em tempos marcados pela pressa, automatização e relações cada vez mais frias, o Hospital de Apoio de Brasília mostra que a medicina continua sendo, acima de tudo, um exercício de humanidade.
Ali, entre corredores silenciosos, equipes multidisciplinares e profissionais que diariamente convivem com a fragilidade da vida, existe algo que vai além da técnica médica: compaixão.
E talvez seja justamente isso que transforma o Hospital de Apoio de Brasília em uma das experiências mais extraordinárias da saúde pública brasileira e em uma referência nacional no cuidado paliativo humanizado.
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