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BRASIL | POLÍTICA - "A VERDADE SEMPRE APARECE!" Ramagem diz que sindicância da Abin conclui por confecção de relatório falso sobre Flávio Bolsonaro.

Independentemente da condução do Inquérito pela Polícia Federal, serão adotadas medidas judiciais, criminais e cíveis, contra os responsávei...

Independentemente da condução do Inquérito pela Polícia Federal, serão adotadas medidas judiciais, criminais e cíveis, contra os responsáveis pelas notícias (Imagem: Reuters/Ueslei Marcelino)

O diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Alexandre Ramagem, afirmou que uma sindicância interna do órgão concluiu que um servidor confeccionou um relatório falso e repassou para a imprensa em um caso que envolvia o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro.

Reportagem publicada pela revista Época citou que teria havido a confecção de um relatório de inteligência dentro da Abin para orientar a defesa de Flávio Bolsonaro no caso das rachadinhas.

Ramagem foi implicado no episódio pela publicação.

Em vídeo publicado no Twitter na noite de terça-feira, Ramagem afirmou que o relatório não foi produzido nas dependências do órgão e acusou a imprensa de ter agido de má fé no caso, rechaçando envolvimento no caso.

“A constatação é a seguinte: parcela da imprensa, pequena, de má-fé constrói um método, cria um falso fato grave, sem qualquer comprovação ou fundamento, joga para difusão geral para uma condenação pública, execração pública, desacreditar a instituição e seus integrantes”, disse.

O diretor-geral da Abin afirmou que o caso gerou uma série de procedimentos de apuração externos e internos e a Polícia Federal realizou buscas e apreensões contra o servidor a respeito do caso na terça-feira.

A PF confirmou essas ações em nota divulgada nesta quarta.

Em nota, a Abin cita que a agência não seria autora dos relatórios para auxiliar a defesa do senador.

O Gabinete de Segurança Institucional (GSI), a quem a Abin está subordinado, divulgou nota em que citou também que a Corregedoria da agência afastou o servidor das funções e instaurou um processo disciplinar.

“Independentemente da condução do Inquérito pela Polícia Federal, serão adotadas medidas judiciais, criminais e cíveis, contra os responsáveis pelas notícias, que visavam a desmoralizar e atingir a credibilidade das duas Instituições e de seus servidores”, informou a assessoria da GSI.

FONTE: MONEYTIMES.COM.BR

EDIÇÃO:

REDAÇÃO DO GRUPO

 

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