TRUE

Latest Posts

TRUE
{fbt_classic_header}

Últimas Notícias:

latest

Destaque TOPO - Campanha CLDF - DENGUE

A verdadeira Paramaçônica: Adison do Amaral, a APJ/GOB e a defesa do Homem‑Brasil

Na obra “A VERDADEIRA PARAMAÇÔNICA – APJ/GOB”, Adison do Amaral defende a APJ como a “máxima obra social maçônica contemporânea”, denuncia ...

Na obra “A VERDADEIRA PARAMAÇÔNICA – APJ/GOB”, Adison do Amaral defende a APJ como a “máxima obra social maçônica contemporânea”, denuncia infiltrações e distorções, e apresenta a formação da juventude como eixo para salvar a família brasileira e o futuro da Nação.


Por Anderson Miranda - Jornalista Diretor-Presidente do Jornal Tribuna do Brasil

A Ação Paramaçônica Juvenil do Grande Oriente do Brasil não é, para Adison do Amaral, um simples braço jovem da Maçonaria, mas um divisor de águas na história da própria Instituição e do país. Em “A VERDADEIRA PARAMAÇÔNICA – APJ/GOB”, o autor eleva a APJ ao patamar de “máxima obra social maçônica contemporânea” e “projeto maçônico do século”, ao mesmo tempo em que faz um alerta duro: ou a Maçonaria, as famílias e o Brasil protegem essa joia – constitucional, legítima e brasileira –, ou abrirão espaço para a proliferação do “homem‑banana” em lugar do Homem‑Brasil. Entre a memória do encontro histórico de mais de 1.500 jovens em Brasília e a denúncia de interferências estrangeiras e desvios internos, o poema transforma a APJ em trincheira ética, cívica e espiritual pela defesa da família brasileira e pela construção de um novo país.


O poema – em versos soltos, metrificados, sem rima – é um manifesto em defesa da Ação Paramaçônica Juvenil do Grande Oriente do Brasil (APJ/GOB), da sua originalidade, da sua missão cívico‑patriótica e da sua proteção contra distorções internas e interferências externas. E, como sempre em Adison, tudo isso está ligado a uma ideia central: “Nossa luta é desconstruir o homem-banana / e criar nova criatura: o Homem-Brasil!”


APJ/GOB: de projeto interno a capítulo da História do Brasil

Logo nos primeiros versos, Adison faz algo raro: ele tira a APJ/GOB do espaço meramente institucional e a coloca no plano da História com H maiúsculo:

“A Ação Paramaçônica do Grande Oriente
do Brasil, entidade cívico‑patriótica
Juvenil, consta em mais de dois livros de História,
dois editados pelo próprio Grande Oriente.”

Ele lembra que:

  • A APJ/GOB está registrada em livros de História do Grande Oriente do Brasil.
  • Em um deles, é citada 31 vezes e qualificada como

“A Máxima Obra Social Maçônica Contemporânea”,
além de ser chamada de “Projeto maçônico do século”.

Este não é um detalhe de vaidade: é uma construção de legitimidade. Adison está dizendo aos maçons, aos jovens e ao país: a APJ/GOB não é um apêndice – é eixo histórico da Maçonaria brasileira contemporânea.


Constitucional, legítima, brasileira: uma obra que pertence ao Brasil

Outro ponto forte da obra é o argumento jurídico‑institucional:

“De considerar também que a nobre entidade
É constitucional, e consta do artigo
Cento e setenta e sete, única, aliás,
Que esplende na Constituição Gobiana;”

Em outras palavras:

  • A APJ/GOB é entidade constitucional do GOB, citada de forma expressa.
  • É brasileira de origem, criada aqui, com identidade própria.
  • Tem finalidade clara:

“preparando o porvir / com cidadãos e cidadãs nobres, dignos, / para servi-lo em futuro não muito longo.”

Adison não fala de jovens genéricos, mas de brasileiros concretos, preparados para:

  • o Brasil,
  • a família,
  • a sociedade,
  • e a própria Maçonaria Justa e Perfeita.

A joia que precisa ser defendida: contra infiltrações e deformações

A parte mais crítica – e onde sua pena se torna mais contundente – é quando ele trata da defesa da APJ/GOB. Ele enxerga, com clareza, dois perigos:

  1. Descaracterização interna – brasileiros “fantasiados de outros povos”, mesclas conceituais, pressões espúrias, corrupção de finalidade.
  2. Apropriação externa – entidades estrangeiras tentando ocupar o espaço, usar o nome “paramaçônico” e, na prática, “criar apejotas” sob outra lógica.

Os versos são diretos:

“É a Nação Brasileira preparando jovens
para o Brasil, a família, a sociedade,
a Pátria e a Maçonaria Justa e perfeita.
[…]
É dever dos Maçons: Que nenhuma entidade estrangeira
de quaisquer origens e por mais importantes
não deve apropriar-se da APJ/GOB
criando Apejotas, nelas ocuparem
cargos, presidirem e eleições corromperem…
É preciso saber que o maior inimigo
é o que está dentro da fortaleza, sim!…”

Aqui, Adison abandona qualquer eufemismo: está em jogo a soberania formativa da juventude maçônica brasileira.
Ele chama a APJ/GOB de “joia de subido valor, limpa e pura”, que deve ser preservada como “uma filha justa e perfeita” para as gerações futuras.


Brasília, 2010: a prova concreta do que a APJ é capaz

Na segunda parte, o poema deixa de ser apenas tese e passa a ser relato histórico. Adison rememora o Encontro Nacional da APJ em Brasília, em 2010, com mais de 1.500 apejotistas:

“Em dois mil e dez reuniram-se em Brasília
mais de um mil e quinhentos Apejotistas,
e, entre muitos detalhes auspiciosos,
registrou-se que tudo foi feito por eles.”

E detalha:

  • Programação, logística, alojamento, alimentação, segurança, transporte, salas de estudos, visitas.
  • Produção cultural de alto nível:
    • peça de teatro escrita pelos próprios jovens e apresentada no Teatro Nacional de Brasília,
    • exposição de esculturas,
    • lançamento de livro de poesia heptassilábica, resultado de curso ministrado por ele.

Ele próprio assina o próêmio do livro e lembra o apoio institucional do:

  • Eminente Grão-Mestre Distrital, Helio Pereira Leite,
  • Soberano Grão-Mestre Laelso Rodrigues.

E conclui o trecho com uma síntese pedagógica:

“Tudo funcionou com perfeição de um relógio
Ômega. É isso que queremos: o jovem
preparado para ajudar na direção,
com honradez, deste grande país‑Brasil!”

Ou seja: a APJ não é só teoria, é prática de gestão, cultura, liderança e civismo em alto nível.


Três níveis, um Brasil: o caminho do jovem Apejotista

Na terceira parte, Adison volta à estrutura da APJ/GOB, já conhecida mas aqui reafirmada:

“Na APJ há três níveis de aperfeiçoamento:
Nível I – Lumem Probitatis et Virtutis:
o jovem perante a escola e a sua família;
Nível II – Perfector, o jovem e o Brasil;
Nível III – Hierofante, o jovem ante Deus!…”

A concepção é clara:

  • A formação é gradual,
  • passa do micro (família, escola) ao macro (Brasil, Deus),
  • e insere o jovem em uma jornada ética, cívica e espiritual.

Ele alerta para um ponto decisivo:

“Muitas coisas escritas nos Cerimoniais
Apejotistas não vistas pelos jovens,
não serão mais vistas em toda sua vida.
Porque outras pessoas não as divulgarão.”

Ou seja: se a família e os maçons não mostrarem agora, ninguém mais mostrará.
Daí o apelo direto:

“Dai pois aos vossos filhos o melhor que está
disponível gratuitamente na APJ,
um grandioso serviço a prestar ao Brasil.
SUPONHO QUE ISSO QUEREIS PARA VOSSOS FILHOS!..”

 

Defesa da família e visão de país: da APJ ao mastro das nações

Na quarta parte, o poema se abre para o horizonte nacional:

“A atual necessidade mais considerada
é proteger a família brasileira,
base da sociedade, mãe do Brasil,
que mais ameaçada é hodiernamente.
[…]
O que existe lá fora vem de uma família…”

O raciocínio é simples e profundo:

  • Família → forma pessoas;
  • Pessoas → formam sociedade;
  • Sociedade → sustenta (ou destrói) a Pátria.

Ao final, surge a imagem simbólica de um Brasil reerguido:

“Levantai as cabeças, olhai não mui longe
para ver um novo país cuja bandeira
altaneira hasteada em mastro universal,
entre as Nações amigas que serve e alimenta.”

E, como um refrão de obra, ele retoma a fórmula que atravessa sua produção recente:

“Nossa luta é desconstruir o homem-banana
e criar nova criatura: o Homem‑Brasil.
Da têmpera de Caxias, nosso Grão‑Duque,
e restabelecer o primado da Lei
e da Justiça visando a ordem social,
a honestidade dos gestores brasileiros,
promovendo a paz, a moral e a esperança:
iluminando o porvir da Nação‑Brasil!“

Aqui, o elogio à APJ/GOB se torna, ao mesmo tempo, projeto de Brasil.


O que esta obra representa hoje

“A VERDADEIRA PARAMAÇÔNICA – APJ/GOB” é mais que um poema institucional. É:

  • uma peça de defesa da soberania formativa da juventude brasileira dentro da Maçonaria;
  • um chamado à responsabilidade dos maçons em preservar a APJ/GOB em sua integridade original;
  • um convite às famílias brasileiras para que entreguem seus filhos a um processo educativo sério, gratuito, estruturado e patriótico;
  • uma reafirmação de que o Homem‑Brasil não nasce por acaso, mas é fruto de um projeto – espiritual, ético, cultural e cívico – como o que a APJ encarna.

Em tempos de identidades diluídas e instituições frágeis, a obra de Adison do Amaral lembra que algumas bandeiras não podem ser terceirizadas.
Uma delas é a formação da juventude brasileira.


Obra na íntegra

A VERDADEIRA PARAMAÇÔNICA – APJ/GOB

(mantida a forma original, em versos soltos, sem rima)

POEMA EM VERSOS SOLTOS, isto é, metrificado, mas sem rima.

A VERDADEIRA PARAMAÇÔNICA¹
DO GRANDE ORIENTE DO BRASIL – APJ/GOB

Nossa luta é desconstruir o homem-banana
E criar nova criatura: o Homem-Brasil!

A Ação Paramaçônica do Grande Oriente
Do Brasil entidade cívico-patriótica
Juvenil, consta em mais de dois livros de História,
Dois editados pelo próprio Grande Oriente.


Em um eles é citada trinta e uma vezes
Definida como “A Máxima Obra Social
Maçônica Contemporânea” por Castellani.
É mesmo o “Projeto maçônico do Século”.


De considerar também que a nobre entidade
É constitucional, e consta do artigo
Cento e setenta e sete, única, aliás,
Que esplende na Constituição Gobiana;


Proclamando aos povos sua grande obra
Em favor do Brasil, preparando o porvir
Com cidadãos e cidadãs nobres, dignos,
Para servi-lo em futuro não muito longo.


“Talvez não se tivesse ainda feito algo
Tão importante em nossa Arte Real”,
Com tamanha perspectiva promissora
Para um novo tempo na Sublime Ordem.


A APJ está em seis livros de história
A todos os brasileiros cumpre adorná-la
Preservá-la e defendê-la como uma joia
De subido valor limpa e pura, como

Uma filha justa e perfeita e formosa
A ser entregue às gerações futuras bela
E indene de impurezas insanas, corruptas,
De brasileiros fantasiados de outros povos,


De mesclas e pressões espúrias; é dever
Dos Maçons: Que nenhuma entidade estrangeira
De quaisquer origens e por mais importantes
Não deve apropriar-se da APJ/GOB

Criando Apejotas, nelas ocuparem
Cargos, presidirem e eleições corromperem…
É preciso saber que o maior inimigo
É o que está dentro da fortaleza, sim!…


Parte segunda

Em dois mil e dez reuniram-se em Brasília
Mais de um mil e quinhentos Apejotistas,
E, entre muitos detalhes auspiciosos,
Registrou-se que tudo foi feito por eles.

Programaram e executaram as tarefas;
Os alojamentos, refeições, segurança,
Transportes, salas para estudos e visitas.
Produziram e conseguiram apresentar

No belo Teatro Nacional de Brasília,
Peça de teatro escrita por eles mesmos,
Exposição de esculturas e lançamento
No especial foyer da Sala Vila Lobos


De um livro de poesia heptassilábica
Resultante de curso por mim ministrado
Em Taguatinga, inclusive a diagramação.
Eu fiz o proêmio com satisfação.

O Eminente Grão-Mestre Distrital, doutor
Hélio Pereira Leite deu todo apoio;
Também o Soberano Grão-Mestre
Laelso Rodrigues, hoje, no Oriente Eterno.

No encerramento do Encontro Nacional,
O jovem Gabriel Brognole deu entrada
No Templo Nobre às diversas delegações,
Às autoridades e dirigiu a Sessão.

Tudo funcionou com perfeição de um relógio
Ômega. É isso que queremos: o jovem
Preparado para ajudar na direção,
Com honradez, deste grande país-Brasil!


Parte terceira

Na APJ há três níveis de aperfeiçoamento:
Nível I – LUMEM PROBITATIS ET VIRTUTIS:
O jovem perante a escola e a sua família;
Nível II – PERFECTOR, o jovem e o Brasil;

Nível III – HIEROFANTE, o jovem ante Deus!…
Muitas coisas escritas nos Cerimoniais
Apejotistas não vistas pelos jovens,
Não serão mais vistas em toda sua vida.

Porque outras pessoas não as divulgarão.
Dai pois aos vossos filhos o melhor que está
Disponível gratuitamente na APJ,
Um grandioso serviço a prestar ao Brasil.

SUPONHO QUE ISSO QUEREIS PARA VOSSOS FILHOS!..


Parte quarta

Disponível gratuitamente na APJ,
Vera Ação Paramaçônica Juvenil.
E hão de vos agradecerdes no porvir.
É a Nação Brasileira preparando jovens

Para o Brasil, a família, a sociedade,
A Pátria e a Maçonaria Justa e perfeita.
A atual necessidade mais considerada
É proteger a família brasileira

Base da sociedade, mãe do Brasil,
Que mais ameaçada é hodiernamente.
Abrindo-se-lhe a esperança de novos dias.
O que existe lá fora vem de uma família…

Levantai as cabeças, olhai não mui longe
Para ver um novo país cuja bandeira
Altaneira hasteada em mastro universal,
Entre as Nações amigas que serve e alimenta.

Nossa luta é desconstruir o homem-banana
E criar nova criatura: o Homem-Brasil.
Da têmpera de Caxias, nosso Grão-Duque,
E restabelecer o primado da Lei

E da Justiça visando a ordem social,
A honestidade dos gestores brasileiros,
Promovendo a paz, a moral e a esperança:
Iluminando o porvir da Nação-Brasil!

Adison do Amaral.
12/04/2026.



Nota 1 – Sobre “paramaçônica”

1 – Quando criamos a Ação Paramaçônica Juvenil do Grande Oriente do Brasil – APJ/GOB, a palavra para-maçônica era escrita assim. Tiramos o hífen, aglutinando-a, para registrá-la e legalmente pertencer ou ficar exclusiva da APJ/GOB. O Novo Acordo Ortográfico registrou-a agora sem hífen, do que se vale uma entidade estrangeira, que renega o próprio nome internacional, para, iludindo, infiltrar-se nas entidades nacionais, inclusive nos Poderes da República Federativa do Brasil. Nem os próprios seguidores sabem o que ela é e a que se destina internacionalmente.

Nenhum comentário

Obrigado por contribuir com seu comentário! Ficamos felizes por ser nosso leitor! Seja muito bem vindo! Acompanhe sempre as nossas notícias! A equipe Tribuna do Brasil agradece!

GDF DETRAN

Oferecimento Tribuna do Brasil & Agência Brasil