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Microcrédito e menos burocracia aceleram criação de pequenos negócios no DF

Programa Prospera oferece crédito com juros baixos e apoio técnico, enquanto o Na Hora Empresarial reúne serviços em um só lugar para facili...

Programa Prospera oferece crédito com juros baixos e apoio técnico, enquanto o Na Hora Empresarial reúne serviços em um só lugar para facilitar a vida de quem empreende

Por Anderson Miranda - Redação Tribuna do Brasil

O Governo do Distrito Federal (GDF) vem adotando uma estratégia combinada de ampliação de crédito e simplificação de processos para impulsionar micro e pequenos negócios nas 35 regiões administrativas. Dados da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF) mostram o avanço do empreendedorismo formal no DF: em 2024, foram registrados 56.323 novos microempreendedores individuais (MEIs); em 2025, o número subiu para 69.783 cadastros; e, apenas no primeiro trimestre de 2026, já são 22.227 novos registros.

Pequenos negócios como motor da economia do DF

Atualmente, o Distrito Federal conta com 247.878 microempresas ativas, distribuídas principalmente nos setores de:

  • Serviços – 59,86%;
  • Comércio – 26,91%;
  • Indústria – 13,23%.

Esses empreendimentos têm papel central na geração de emprego e renda e no fortalecimento da economia local, destaca o secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda, Thales Mendes.

“Esses empreendedores movimentam a economia, geram empregos e fortalecem a realidade das comunidades em todo o DF. Por isso, apoiar os pequenos negócios é também investir no crescimento sustentável da nossa cidade”, afirma o secretário.

Prospera: microcrédito com juros baixos e acompanhamento especializado

Entre as principais ferramentas do GDF para apoiar quem empreende está o Prospera, programa de microcrédito coordenado pela Sedet-DF. A iniciativa é voltada justamente a quem precisa de capital, mas encontra barreiras no sistema financeiro tradicional.

Em 2025, o Prospera liberou R$ 10 milhões para 419 empreendimentos. Já entre janeiro e março de 2026, foram destinados R$ 1,9 milhão para 88 negócios. Os recursos podem ser usados para:

  • modernização do negócio;
  • aquisição de equipamentos e máquinas;
  • capital de giro;
  • ajustes estruturais em pequenos empreendimentos.

Os empréstimos são concedidos com taxas de juros baixas e acompanhamento especializado, ajudando o empreendedor a aplicar o recurso de forma planejada.

“Quando ampliamos o acesso ao crédito e facilitamos a vida de quem quer empreender, abrimos caminho para que ideias saiam do papel e se transformem em renda e oportunidade”, ressalta Thales Mendes.

O programa atende empreendedores do meio urbano e rural, tanto do setor formal quanto informal, como:

  • feirantes;
  • artesãos;
  • trabalhadores autônomos;
  • microempreendedores individuais;
  • cooperativas de trabalho e produção.

Caso real: bistrô nasceu com apoio do Prospera

A trajetória da empresária Nayhara Branquinho é um exemplo do impacto do microcrédito público. Ex-servidora, ela deixou a estabilidade do setor público para realizar o sonho de abrir um bistrô gastronômico – o Modesto Despretensiosamente, especializado em pizzas e comida afetiva.

Na busca por investimento, esbarrou em taxas bancárias elevadas e processos burocráticos. “Fui de porta em porta em bancos e encontrei muitas barreiras. Quando você não tem tempo de empresa e faturamento, você não é ninguém. E é justamente quando mais precisa”, relata.

A realidade começou a mudar quando ela conheceu o Prospera. “A gente descobriu por acaso e resolveu tentar. Foi totalmente diferente do atendimento de banco. Eles olharam nosso projeto, entenderam nossa realidade e confiaram na gente”, conta Nayhara.

Segundo a empresária, o crédito foi decisivo tanto para abrir o bistrô quanto para manter o negócio em momentos críticos, inclusive na pandemia. Os recursos foram usados para:

  • compra de equipamentos;
  • adequação do espaço;
  • manutenção do fluxo de caixa em períodos de queda de movimento.

“É um dinheiro que funciona como um respiro, sem burocracia excessiva e com condições coerentes. Você usa, comprova e segue em frente”, explica.

Ela também destaca a agilidade no acesso ao recurso: “Teve uma situação recente em que a gente precisava de recurso urgente. Em duas semanas, o dinheiro já estava na conta. Isso faz toda a diferença para quem empreende”.

Hoje, o bistrô gera 65 empregos diretos e indiretos e já enfrentou desafios como prejuízos e mudança de ponto. “Empreender não é linear. Tem dias bons e ruins. Ter esse suporte faz com que a gente consiga se manter e crescer”, avalia Nayhara.

Menos burocracia: Na Hora Empresarial agiliza abertura e regularização

Além do crédito, o GDF aposta na desburocratização como ferramenta para impulsionar o ambiente de negócios. Em janeiro deste ano, foi inaugurado o Na Hora Empresarial, no Venâncio Shopping, no Setor Comercial Sul.

A unidade funciona como um balcão único de serviços voltados ao empreendedor, reunindo em um só lugar:

  • orientações para abertura de empresas;
  • serviços de regularização e licenciamento;
  • apoio à expansão de negócios;
  • atendimento presencial, sem filas e sem necessidade de agendamento.

Desde a abertura até o dia 10 deste mês, o Na Hora Empresarial já realizou mais de 15,5 mil atendimentos, média superior a 300 assistências por dia útil.

“Ao reunir vários serviços em um só lugar e reduzir etapas burocráticas, conseguimos dar mais agilidade à abertura e à regularização de empresas, permitindo que o empreendedor foque no que realmente importa, que é fazer o negócio crescer e gerar renda”, explica o subsecretário do Na Hora Empresarial, da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus), Rodrigo Barbosa.

Empreender com apoio: crédito, orientação e ambiente favorável

A combinação de microcrédito acessível e simplificação de processos tem criado um ambiente mais favorável para micro e pequenos empreendedores no DF. Com programas como o Prospera e estruturas como o Na Hora Empresarial, o GDF busca:

  • facilitar a formalização de negócios;
  • apoiar a sustentação e o crescimento de pequenos empreendimentos;
  • ampliar a geração de empregos e renda nas regiões administrativas;
  • fortalecer a economia local a partir do protagonismo de quem empreende.

À medida que mais empreendedores conseguem acessar crédito em condições justas e resolver pendências burocráticas com rapidez, ideias que antes ficavam no papel passam a se transformar em iniciativas concretas, movimentando bairros, feiras, comércios e serviços em todo o Distrito Federal.


TAGS: MICROCRÉDITO, PROGRAMA PROSPERA, EMPREENDEDORISMO, PEQUENOS NEGÓCIOS, MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL, MEI, NA HORA EMPRESARIAL, SEDET-DF, THALES MENDES, ACESSO AO CRÉDITO, DESBUROCRATIZAÇÃO, DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, DISTRITO FEDERAL

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