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Manifestação em Brasília reúne personalidades contra vandalismo em monumento a Galdino

Protesto convoca sociedade para preservar patrimônio público e destacar a importância da valorização da vida e do respeito às diferenças Na ...

Protesto convoca sociedade para preservar patrimônio público e destacar a importância da valorização da vida e do respeito às diferenças


Na próxima quarta-feira, 17 de janeiro, às 10 horas, personalidades e ativistas comprometidos com a causa humanitária se reunirão na Praça Índio Pataxó Galdino de Jesus dos Santos, entre a 703 e 704 Sul, em Brasília, para protestar contra a pichação do monumento do renomado artista plástico Siron Franco. O evento, organizado pelo Movimento pela Preservação de Brasília DF (MPB-DF), conta com a participação do ex-governador Cristovam Buarque, do artista plástico Siron Franco, da professora da UnB Lourdes Teodoro, do ativista Álvaro TuKano e da deputada federal Érika Kokay (PT/DF).


Personalidades e ativistas se unem em protesto na Praça Índio Pataxó Galdino contra a pichação do monumento de Siron Franco. Organizado pelo MPB-DF, o evento busca chamar atenção para a preservação do patrimônio público e cultural de Brasília, além de lembrar a importância de combater o ódio que motivou o vandalismo.

*Brasília, 15 de janeiro de 2024 - Movimento pela Preservação de Brasília DF (MPB-DF)*

Esperamos que o ódio dos pichadores do monumento a Galdino não se espalhe pelo mundo
Esperamos que o ódio dos pichadores do monumento a Galdino não se espalhe pelo mundo

Na próxima quarta-feira(17), às 10 horas, importantes figuras engajadas na causa humanitária se reunirão na Praça Índio Pataxó Galdino de Jesus dos Santos, entre a 703 e 704 Sul, em Brasília, para protestar contra a pichação da obra do renomado artista plástico brasileiro Siron Franco. Entre os participantes estão o ex-governador de Brasília Cristovam Buarque, o artista plástico Siron Franco, a professora da UnB Lourdes Teodoro, o ativista contra o racismo Álvaro TuKano, representante dos povos originários, e a deputada federal Érika Kokay (PT/DF).

Siron Franco e Cristovam Buarque juntos por uma causa nobre - Fotos: Internet/Divulgalção
Siron Franco e Cristovam Buarque juntos por uma causa nobre - Fotos: Internet/Divulgalção

O evento, organizado pelo Movimento pela Preservação de Brasília DF (MPB-DF), tem como objetivo chamar a atenção da sociedade brasiliense e do Governo do Distrito Federal para a importância da preservação do patrimônio público e cultural da cidade. Além disso, busca relembrar que o Conjunto Urbanístico Arquitetônico de Brasília, projetado por Lúcio Costa e reconhecido pela Unesco como Patrimônio Mundial, está registrado no livro de Tombo Histórico do Iphan desde 14 de março de 1990.

É importante destacar que no dia 19 de abril de 2024 serão completados 27 anos desde que um grupo de jovens brasilienses incendiou o índio pataxó Galdino Jesus dos Santos, silenciando um defensor incansável de seu povo. O memorial em homenagem a Galdino foi erguido pelo talentoso Siron Franco durante o governo do professor Cristovam Buarque.

O Índio Pataxó Galdino de Jesus dos Santos - passa para a história como um Mártir dos povos originários - Imagem/Web Divulgação
O Índio Pataxó Galdino de Jesus dos Santos - passa para a história como um Mártir dos povos originários - Imagem/Web Divulgação

Espera-se que o protesto desta quarta-feira, 17 de janeiro, transmita à população de Brasília, do Brasil e do mundo a mensagem de que o mesmo ódio que motivou a pichação do memorial não deve continuar se propagando nos estádios de futebol globalmente, na forma de racismo, nem nas favelas brasileiras, onde jovens negros são vítimas diárias de assassinato, assim como Galdino na parada de ônibus da W3 Sul.

Sabe-se que o mesmo ódio que tirou a vida de Galdino também ceifa a vida de crianças inocentes na guerra entre Rússia e Ucrânia, enquanto o poderoso exército de Israel mostra, na Faixa de Gaza, que a vida humana não tem valor. Esses são indícios preocupantes de uma possível Terceira Guerra Mundial.

É fundamental lutar para que essa situação não prevaleça. A manifestação de quarta-feira busca fortalecer essa mensagem e engajar a sociedade na defesa da valorização da vida e do respeito às diferenças.

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