Com 249 áreas adotadas recorde de 83 novos termos em 2025, iniciativa consolida parceria que ativa e preserva espaços públicos no DF O prog...
Com 249 áreas adotadas recorde de 83 novos termos em 2025, iniciativa consolida parceria que ativa e preserva espaços públicos no DF
O programa Adote uma Praça acumula R$ 72 milhões em investimentos privados desde sua criação, em 2019, e registrou em 2025 o maior número anual de adesões: 83 novos termos de cooperação firmados, somando 249 ao longo de toda a iniciativa. Atualmente, 170 parcerias estão vigentes no Distrito Federal.
O programa permite que empresas e cidadãos assumam a manutenção e recuperação de áreas públicas próximas a suas sedes ou residências, sem exploração comercial direta dos espaços. Em troca, o entorno é valorizado e a cidade ganha praças e áreas de convivência mais seguras e conservadas.
Entre os casos de maior impacto está a requalificação de três praças na área central de Brasília, no trecho entre o Setor de Diversões Sul e o Museu da República, que ampliou o fluxo de pedestres e consolidou o corredor como espaço cultural. Outro exemplo é a reforma da área pública em frente ao Cebraspe, concluída em meados de 2025 com investimento de R$ 230 mil: o local recebeu acessibilidade, paisagismo, mobiliário urbano e estacionamento organizado — e passou a ser frequentado diariamente por trabalhadores da região no horário de almoço.
Além dos ganhos estéticos, a ocupação dos espaços tem efeito direto na segurança e no tecido social dos bairros. Áreas antes degradadas tornaram-se pontos de encontro, inclusive para idosos que viviam em isolamento.
Para aderir, interessados podem protocolar o pedido pela administração regional ou pela internet. Após análise de viabilidade, a Secretaria de Projetos Especiais formaliza o termo e acompanha a execução. A meta para 2026 é ampliar o número de parcerias.
Interessados podem procurar a administração regional responsável pela área desejada ou protocolar o pedido pela internet.. Após análise de viabilidade da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh-DF), a Sepe-DF formaliza o termo e acompanha a execução. “O cidadão pode participar do desenvolvimento da cidade”, reforça o secretário de Projetos Especiais. “Quando ele usa o espaço, ele preserva, e isso fortalece a comunidade”.

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